Rádio Metropolitana

sábado, 25 de abril de 2026

Bayard Do Coutto Boiteux: referência em Turismo e Educação

    Bayard Do Coutto Boiteux: referência em Turismo e Educação




Falar de Bayard Do Coutto Boiteux é revisitar uma trajetória que se confunde com a própria evolução do turismo como campo estratégico no Brasil. Ao longo de décadas de atuação, Bayard consolidou-se como uma das vozes mais influentes na interface entre turismo, educação e políticas públicas, contribuindo para transformar o setor em um instrumento de desenvolvimento econômico, inclusão social e valorização cultural.


Sua atuação vai além da prática profissional: é também intelectual e formadora. Como educador, participou da construção de uma visão contemporânea do turismo, defendendo sua inserção no ambiente acadêmico como área multidisciplinar, conectada à cultura, à sustentabilidade e à economia criativa. Nesse contexto, ajudou a formar gerações de profissionais, muitos dos quais hoje ocupam posições de destaque no mercado e na gestão pública.


No campo institucional, Bayard desempenhou papel relevante em organizações voltadas à promoção do turismo, como a Associação dos Embaixadores de Turismo do RJ, onde sua liderança contribuiu para fortalecer a imagem do Rio de Janeiro como destino global. Seu trabalho evidencia que o turismo não é apenas deslocamento, mas experiência, identidade e oportunidade de transformação.


Autor de dezenas de obras, sua produção literária amplia o alcance de suas ideias, abordando desde reflexões técnicas até análises sobre o papel do turismo em tempos de crise e mudança. Essa capacidade de transitar entre teoria e prática é uma de suas marcas mais fortes, tornando-o uma referência respeitada tanto no meio acadêmico quanto no mercado.


Em um mundo marcado por desafios constantes — sejam eles econômicos, sociais ou geopolíticos —, a visão de Bayard Do Coutto Boiteux reafirma o turismo como ponte entre povos e culturas, e a educação como ferramenta essencial para construir um setor mais ético, inovador e resiliente.


Sua trajetória não apenas inspira, mas também aponta caminhos: investir em conhecimento, valorizar a diversidade e entender o turismo como força transformadora da sociedade.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Bayard Do Coutto Boiteux: um globetrotter em tempos de fronteiras invisíveis

   Bayard Do Coutto Boiteux: um globetrotter em tempos de fronteiras invisíveis




Em um mundo que insiste em erguer muros — sejam eles físicos, ideológicos ou econômicos —, a figura do viajante ganha um novo significado. Não aquele turista apressado, que acumula destinos como troféus, mas o verdadeiro globetrotter: alguém que atravessa fronteiras com o olhar atento, a escuta sensível e a disposição de compreender o outro. É nesse contexto que se insere Bayard Do Coutto Boiteux.


Ao longo de sua trajetória, Bayard não apenas percorreu o mundo — ele o interpretou. Em tempos de tensões geopolíticas, conflitos armados e discursos polarizados, viajar deixou de ser apenas lazer para se tornar também um ato político e cultural. Conhecer o outro, respeitar diferenças e construir pontes talvez seja hoje uma das formas mais eficazes de resistência ao isolamento que ameaça sociedades contemporâneas.


O turismo, muitas vezes reduzido a números e estatísticas, precisa ser resgatado em sua essência humana. E é justamente esse resgate que figuras como Bayard representam. Ao transformar experiências em reflexão, ele nos lembra que cada viagem carrega consigo uma narrativa — e que essas narrativas têm o poder de aproximar povos, desconstruir preconceitos e ampliar horizontes.


Mas é preciso ir além da celebração individual. O Brasil, país de dimensões continentais e riqueza cultural incomparável, ainda carece de políticas públicas consistentes que valorizem o turismo como ferramenta estratégica de desenvolvimento. Profissionais experientes, com vivência internacional, deveriam ocupar espaço central nas decisões que moldam o futuro do setor.


Ignorar esse capital humano é desperdiçar oportunidades em um cenário global cada vez mais competitivo.


Ser um globetrotter hoje é, portanto, mais do que viajar — é compreender o mundo em sua complexidade e assumir o compromisso de transformá-lo, ainda que por meio de pequenos gestos e grandes ideias. Bayard Do Coutto Boiteux encarna esse espírito: o de quem percorre caminhos não apenas para chegar a destinos, mas para construir pontes.


Na realidade,ele conhece mais de 200 países,2850 cidades,tem um acervo de 25 000 fotos de suas viagens,escreveu 12 livros sobre a arte de unir pontes ao conhecer novas culturas,se hospedou em 297 meios de hospedagem desde albergues a hotéis de luxo,viajou em 96 companhias aéreas desde a econômica a primeira e soube sempre se entrosar com as culturas locais.


Em tempos de fronteiras invisíveis, talvez sejam justamente os viajantes conscientes aqueles capazes de nos lembrar que o mundo, apesar de tudo, ainda pode ser um espaço de encontro.

Bayard Do Coutto Boiteux: referência em Turismo e Educação

       Bayard Do Coutto Boiteux: referência em Turismo e Educação Falar de  Bayard Do Coutto Boiteux  é revisitar uma trajetória que se conf...